Sistema
de arrefecimento
Muitos pensam que o sistema de arrefecimento do carro
resume-se apenas ao radiador. Ele é uma peça importante,
mas sozinho não garante a temperatura ideal para o motor trabalhar.
Três componentes são de fundamental importância no
funcionamento do sistema: a válvula termostática, o termo-interruptor
e o sensor de temperatura. Juntos, eles comandam a refrigeração
do motor.
Estes componentes
possuem uma vida útil de 30.000 km. Geralmente os sintomas mais
leves que indicam a necessidade de levar os veículo até
uma oficina por falta de cuidados com o sistema de arrefecimento são:
nível do líquido de arrefecimento baixando constantemente
e com cor de ferrugem, temperatura de trabalho inadequada (tanto alta,
quanto baixa), consumo excessivo de combustível, rotação
do motor alterada e queda de potência.
A primeira
peça a “pedir socorro” por falta de uma Manutenção
Preventiva do sistema é a junta do cabeçote. Se o sistema
não estiver funcionando corretamente pode causar o superaquecimento,
queimar a junta e causar um estrago enorme dentro do motor, que pode
vir a fundir.
O inverso
– trabalhar abaixo da temperatura especificada por fábrica
– também é danoso e os estragos, como o travamento,
são muito semelhantes aos do superaquecimento. Além disso,
o motor que trabalhar com a temperatura irregular terá sua vida
útil drasticamente diminuída.
Alinhamento
dos pneus
Alinhamento é, como o próprio nome diz,
responsável por manter o carro “na linha” –
sem que “puxe” para um lado, desde que transitando em piso
regular.
O alinhamento
é especificado pelo fabricante do veículo a fim de oferecer
maior eficiência de rolamento, melhor dirigibilidade e otimização
do grau de esterçamento. Qualquer alteração que
ocorra nas especificações de alinhamento, ocasionada por
impacto, trepidação, compressão lateral e desgaste
dos componentes da suspensão poderá comprometer o bom
comportamento do veículo. Ou, ainda, provocar desgaste irregular
e prematuro da banda de rodagem.
São
quatro os itens envolvidos no alinhamento: convergência, divergência,
cáster câmber. Todos eles devem ser observados no alinhamento,
que será feito:
1 – a cada troca de pneus;
2 – quando os pneus apresentarem desgaste excessivo na área
do ombro;8 – carro tende para os lados quando o motorista solta
o volante;
9 – carro desvia e puxa para o lado quando os freios são
acionados;
10 – a cada 10 mil km (rodízio ou balanceamento);
3 – quando os pneus apresentarem desgaste em forma de escamas
na banda de rodagem;
4 – se um pneu tiver maior desgaste do que o outro;
5 – trepidação das rodas dianteiras;
6 – vibração do carro;
7 – volante duro;
Sistema
de frenagem
– Tudo o que anda tem que parar. Do que adianta estabilidade,
dirigibilidade, conforto e potência se na hora de frear houver
alguma falha? Por isso, fique atento quanto ao sistema de freios pois
a atenção deve ser redobrada com a Manutenção
Preventiva. Ele é composto por cabos e cilindros, mas as peças
mais importantes são as que atuam efetivamente na frenagem do
carro: discos, pastilhas e tambor. Estes componentes agem diretamente
na roda do automóvel e fazem o carro parar quando se pisa no
pedal.
- Geralmente,
discos e pastilhas ficam localizados na parte dianteira, e são
responsáveis por cerca de 70 a 80% da eficiência do freio
de um carro. Esse conjunto tem melhor performance, pois dissipa melhor
o calor e a água, além de ter manutençãoalta)
e constantes barulhos quando se pisa no freio. Outro componente a ser
avaliado é o fluido do freio.
Como ele absorve a umidade do ambiente, sua vida útil é
de cerca de um ano ou 10.000 km. Passando disso, o fluído já
estará com uma parcela significativa de água, diminuindo
sua eficiência no acionamento dos freios. A falta de fluido pode
ocasionar a perda completa dos freios. O desgaste do sistema de freio
e a falta de Manutenção Preventiva são garantias
certas de graves problemas. O mínimo que pode acontecer é
o carro precisar de mais espaço para frear ou mesmo, em casos
extremos, não frear na hora em que mais seja necessário.
mais simples.
- Já
o conjunto tambor / lona fica alojado na roda traseira. A revisão
periódica em oficinas é recomendável a cada 5.000
km. Mas antes disso, dependendo da utilização do veículo,
o sistema pode apresentar algum problema. São eles: vibração
e desvio de rota na hora de frear, curso muito longo da alavanca de
freio de mão, altura do pedal (baixa e alta) e constantes barulhos
quando se pisa no freio. Outro componente a ser avaliado é o
fluido do freio.
Como ele absorve a umidade do ambiente, sua vida útil é
de cerca de um ano ou 10.000 km. Passando disso, o fluído já
estará com uma parcela significativa de água, diminuindo
sua eficiência no acionamento dos freios. A falta de fluido pode
ocasionar a perda completa dos freios. O desgaste do sistema de freio
e a falta de Manutenção Preventiva são garantias
certas de graves problemas. O mínimo que pode acontecer é
o carro precisar de mais espaço para frear ou mesmo, em casos
extremos,
não frear na hora em que mais seja necessário.
Dicas
para a conservação do motor do seu carro
* Mesmo
no inverno, não deixe o motor funcionando muito tempo para aquecer.
A temperatura ideal é atingida mais facilmente com o carro em
movimento. Basta dirigir com suavidade.
* Nas trocas
de óleo, jamais coloque o líquido além do nível
indicado. O excesso acaba sujando as velas, prejudicando a queima de
combustível. O carro vai acabar perdendo potência e consumindo
mais combustível.
* Para
garantir medição precisa, sempre faça a verificação
dos níveis de óleo e água com o motor frio.
* Faça
sempre as revisões e trocas de componentes no prazo recomendado
pelo fabricante.
* Nunca
abra a tampa do reservatório de água com o motor quente.
Isso acaba despressurizando todo o sistema, gerando bolhas de ar que
podem prejudicar a circulação da água e, em uma
situação extrema, levar ao superaquecimento do motor.
* A manutenção
do filtro de óleo deve ser feita conforme a recomendação
do fabricante do veículo, porém é desejável
que a cada troca de óleo se faça também a troca
do filtro.
* Recomenda-se
trocar o filtro de ar a cada 15 a 20 mil quilômetros, ou conforme
orientação do fabricante. Já em locais de grande
concentração de poeira, esta troca deve ser mais freqüente,
uma vez que evita consumo excessivo de combustível, causado por
perda de rendimento do motor.